Marcelo Assunção, historiador e professor, discute como a historiografia brasileira foi construída a partir de perspectivas brancas, reproduzindo o racismo estrutural e uma visão limitada da história nacional.
A narrativa aborda a importância da inclusão ativa de pessoas negras e indígenas na construção e revisão da história, como forma de promover uma pluralidade epistemológica capaz de refletir a diversidade brasileira.