Mãe Conceição compartilha sua trajetória de fé, ancestralidade e resistência, marcada pela vivência no Candomblé e pela luta contra a intolerância religiosa.
O depoimento aborda sua chegada da Bahia ao Rio de Janeiro, sua relação com Mãe Cantolina (Iratolá), do Ilê Axé Opô Afonjá, e a importância da defesa dos direitos e das tradições religiosas afro-brasileiras.