Grupo de Trabalho André Rebouças - Wescrey Portes Pereira

o Grupo de Trabalhos André Rebouças - GTAR. Com atuação crucial na luta contra o racismo o GTAR aglutinou, na academia e em outros espaços, professores, ativistas negros/as e estudantes de várias universidades, assim como lideranças nos embates mais amplos. Pretende-se relembrar os seus pouco mais de 20 anos de atividades (1975/1995), e seu espraiar por outras trilhas até os atuais 43 anos de lutas, mobilizações, histórias e narrativas que constituem parte de uma história silenciada na Universidade Federal Fluminense.

Grupo de Trabalho André Rebouças - Tailane Santos

o Grupo de Trabalhos André Rebouças - GTAR. Com atuação crucial na luta contra o racismo o GTAR aglutinou, na academia e em outros espaços, professores, ativistas negros/as e estudantes de várias universidades, assim como lideranças nos embates mais amplos. Pretende-se relembrar os seus pouco mais de 20 anos de atividades (1975/1995), e seu espraiar por outras trilhas até os atuais 43 anos de lutas, mobilizações, histórias e narrativas que constituem parte de uma história silenciada na Universidade Federal Fluminense.

Grupo de Trabalho André Rebouças - Sebastião Soares

o Grupo de Trabalhos André Rebouças - GTAR. Com atuação crucial na luta contra o racismo o GTAR aglutinou, na academia e em outros espaços, professores, ativistas negros/as e estudantes de várias universidades, assim como lideranças nos embates mais amplos. Pretende-se relembrar os seus pouco mais de 20 anos de atividades (1975/1995), e seu espraiar por outras trilhas até os atuais 43 anos de lutas, mobilizações, histórias e narrativas que constituem parte de uma história silenciada na Universidade Federal Fluminense.

Grupo de Trabalho André Rebouças - Sandra Martins

o Grupo de Trabalhos André Rebouças - GTAR. Com atuação crucial na luta contra o racismo o GTAR aglutinou, na academia e em outros espaços, professores, ativistas negros/as e estudantes de várias universidades, assim como lideranças nos embates mais amplos. Pretende-se relembrar os seus pouco mais de 20 anos de atividades (1975/1995), e seu espraiar por outras trilhas até os atuais 43 anos de lutas, mobilizações, histórias e narrativas que constituem parte de uma história silenciada na Universidade Federal Fluminense.

Grupo de Trabalho André Rebouças - Nalui Mahim

o Grupo de Trabalhos André Rebouças - GTAR. Com atuação crucial na luta contra o racismo o GTAR aglutinou, na academia e em outros espaços, professores, ativistas negros/as e estudantes de várias universidades, assim como lideranças nos embates mais amplos. Pretende-se relembrar os seus pouco mais de 20 anos de atividades (1975/1995), e seu espraiar por outras trilhas até os atuais 43 anos de lutas, mobilizações, histórias e narrativas que constituem parte de uma história silenciada na Universidade Federal Fluminense.

Beatriz Nascimento - Poema Sonho - GTAR

Poema "Sonho" de Beatriz Nascimento dedicado a todas as mulheres pretas espalhadas pelo mundo, a todas as demais mulheres e a Isabel Nascimento, Regina Timbó e Marlene Cunha/1989. Fonte:Nascimento, Beatriz. Todas (as) distâncias: poemas, aforismos e ensaios de Beatriz Nascimento /Organizado por Alex Ratts e Bethânia Gomes; ilustrado por Iléa Ferraz e revisado por José Henrique de Freitas Santos.

Grupo de Trabalho André Rebouças - Monica Sacramento

o Grupo de Trabalhos André Rebouças - GTAR. Com atuação crucial na luta contra o racismo o GTAR aglutinou, na academia e em outros espaços, professores, ativistas negros/as e estudantes de várias universidades, assim como lideranças nos embates mais amplos. Pretende-se relembrar os seus pouco mais de 20 anos de atividades (1975/1995), e seu espraiar por outras trilhas até os atuais 43 anos de lutas, mobilizações, histórias e narrativas que constituem parte de uma história silenciada na Universidade Federal Fluminense.

Grupo de Trabalho André Rebouças - Carolina Amanda

Cultne registrou nos dias 03 e 04 de Outubro de 2018 na Universidade Federal Fluminense - UFF, no espaço da Biblioteca Central da UFF e Instituto de Ciências Humanas e Filosofia, a exposição e seminário 43 anos do GTAR: “ainda” em busca de um espaço, que busca contar a história de lutas, ideias, resistências, amizades, dores e famílias que juntos constituem a força de um dos primeiros movimentos negros universitários no Brasil, e porque, não do mundo. Na década de 1970, o país vivenciava o “processo de distensão lenta, segura e gradual do regime militar”, que sinalizava possíveis trilhas para uma dada democracia. Uma das agremiações germinadas nesse contexto de violenta opressão e repressão foi o Grupo de Trabalhos André Rebouças - GTAR. Com atuação crucial na luta contra o racismo o GTAR aglutinou, na academia e em outros espaços, professores, ativistas negros/as e estudantes de várias universidades, assim como lideranças nos embates mais amplos. Pretende-se relembrar os seus pouco mais de 20 anos de atividades (1975/1995), e seu espraiar por outras trilhas até os atuais 43 anos de lutas, mobilizações, histórias e narrativas que constituem parte de uma história silenciada na Universidade Federal Fluminense.

Grupo de Trabalho André Rebouças - Mariane Rodrigues Côrtes

o Grupo de Trabalhos André Rebouças - GTAR. Com atuação crucial na luta contra o racismo o GTAR aglutinou, na academia e em outros espaços, professores, ativistas negros/as e estudantes de várias universidades, assim como lideranças nos embates mais amplos. Pretende-se relembrar os seus pouco mais de 20 anos de atividades (1975/1995), e seu espraiar por outras trilhas até os atuais 43 anos de lutas, mobilizações, histórias e narrativas que constituem parte de uma história silenciada na Universidade Federal Fluminense.

Grupo de Trabalho André Rebouças - Luena Nascimento

o Grupo de Trabalhos André Rebouças - GTAR. Com atuação crucial na luta contra o racismo o GTAR aglutinou, na academia e em outros espaços, professores, ativistas negros/as e estudantes de várias universidades, assim como lideranças nos embates mais amplos. Pretende-se relembrar os seus pouco mais de 20 anos de atividades (1975/1995), e seu espraiar por outras trilhas até os atuais 43 anos de lutas, mobilizações, histórias e narrativas que constituem parte de uma história silenciada na Universidade Federal Fluminense.

Grupo de Trabalho André Rebouças - João Alipio Cunha

o Grupo de Trabalhos André Rebouças - GTAR. Com atuação crucial na luta contra o racismo o GTAR aglutinou, na academia e em outros espaços, professores, ativistas negros/as e estudantes de várias universidades, assim como lideranças nos embates mais amplos. Pretende-se relembrar os seus pouco mais de 20 anos de atividades (1975/1995), e seu espraiar por outras trilhas até os atuais 43 anos de lutas, mobilizações, histórias e narrativas que constituem parte de uma história silenciada na Universidade Federal Fluminense.

Grupo de Trabalho André Rebouças - Helena Theodoro

Cultne registrou com imagens e edição de Filó Filho nos dias 03 e 04 de Outubro de 2018 na Universidade Federal Fluminense - UFF, no espaço da Biblioteca Central da UFF e Instituto de Ciências Humanas e Filosofia, a exposição e seminário 43 anos do GTAR: “ainda” em busca de um espaço, que busca contar a história de lutas, ideias, resistências, amizades, dores e famílias que juntos constituem a força de um dos primeiros movimentos negros universitários no Brasil, e porque, não do mundo. Na década de 1970, o país vivenciava o “processo de distensão lenta, segura e gradual do regime militar”, que sinalizava possíveis trilhas para uma dada democracia. Uma das agremiações germinadas nesse contexto de violenta opressão e repressão foi o Grupo de Trabalhos André Rebouças - GTAR. Com atuação crucial na luta contra o racismo o GTAR aglutinou, na academia e em outros espaços, professores, ativistas negros/as e estudantes de várias universidades, assim como lideranças nos embates mais amplos. Pretende-se relembrar os seus pouco mais de 20 anos de atividades (1975/1995), e seu espraiar por outras trilhas até os atuais 43 anos de lutas, mobilizações, histórias e narrativas que constituem parte de uma história silenciada na Universidade Federal Fluminense.

Grupo de Trabalho André Rebouças - Flavia Rios

Cultne registrou com imagens e edição de Filó Filho nos dias 03 e 04 de Outubro de 2018 na Universidade Federal Fluminense - UFF, no espaço da Biblioteca Central da UFF e Instituto de Ciências Humanas e Filosofia, a exposição e seminário 43 anos do GTAR: “ainda” em busca de um espaço, que busca contar a história de lutas, ideias, resistências, amizades, dores e famílias que juntos constituem a força de um dos primeiros movimentos negros universitários no Brasil, e porque, não do mundo. Na década de 1970, o país vivenciava o “processo de distensão lenta, segura e gradual do regime militar”, que sinalizava possíveis trilhas para uma dada democracia. Uma das agremiações germinadas nesse contexto de violenta opressão e repressão foi o Grupo de Trabalhos André Rebouças - GTAR. Com atuação crucial na luta contra o racismo o GTAR aglutinou, na academia e em outros espaços, professores, ativistas negros/as e estudantes de várias universidades, assim como lideranças nos embates mais amplos. Pretende-se relembrar os seus pouco mais de 20 anos de atividades (1975/1995), e seu espraiar por outras trilhas até os atuais 43 anos de lutas, mobilizações, histórias e narrativas que constituem parte de uma história silenciada na Universidade Federal Fluminense.

Grupo de Trabalho André Rebouças - Fillipe Alexandre Alves

Cultne registrou com imagens e edição de Filó Filho nos dias 03 e 04 de Outubro de 2018 na Universidade Federal Fluminense - UFF, no espaço da Biblioteca Central da UFF e Instituto de Ciências Humanas e Filosofia, a exposição e seminário 43 anos do GTAR: “ainda” em busca de um espaço, que busca contar a história de lutas, ideias, resistências, amizades, dores e famílias que juntos constituem a força de um dos primeiros movimentos negros universitários no Brasil, e porque, não do mundo. Na década de 1970, o país vivenciava o “processo de distensão lenta, segura e gradual do regime militar”, que sinalizava possíveis trilhas para uma dada democracia. Uma das agremiações germinadas nesse contexto de violenta opressão e repressão foi o Grupo de Trabalhos André Rebouças - GTAR. Com atuação crucial na luta contra o racismo o GTAR aglutinou, na academia e em outros espaços, professores, ativistas negros/as e estudantes de várias universidades, assim como lideranças nos embates mais amplos. Pretende-se relembrar os seus pouco mais de 20 anos de atividades (1975/1995), e seu espraiar por outras trilhas até os atuais 43 anos de lutas, mobilizações, histórias e narrativas que constituem parte de uma história silenciada na Universidade Federal Fluminense.

Grupo de Trabalho André Rebouças - Filipe Romão

Cultne registrou com imagens e edição de Filó Filho nos dias 03 e 04 de Outubro de 2018 na Universidade Federal Fluminense - UFF, no espaço da Biblioteca Central da UFF e Instituto de Ciências Humanas e Filosofia, a exposição e seminário 43 anos do GTAR: “ainda” em busca de um espaço, que busca contar a história de lutas, ideias, resistências, amizades, dores e famílias que juntos constituem a força de um dos primeiros movimentos negros universitários no Brasil, e porque, não do mundo. Na década de 1970, o país vivenciava o “processo de distensão lenta, segura e gradual do regime militar”, que sinalizava possíveis trilhas para uma dada democracia. Uma das agremiações germinadas nesse contexto de violenta opressão e repressão foi o Grupo de Trabalhos André Rebouças - GTAR. Com atuação crucial na luta contra o racismo o GTAR aglutinou, na academia e em outros espaços, professores, ativistas negros/as e estudantes de várias universidades, assim como lideranças nos embates mais amplos. Pretende-se relembrar os seus pouco mais de 20 anos de atividades (1975/1995), e seu espraiar por outras trilhas até os atuais 43 anos de lutas, mobilizações, histórias e narrativas que constituem parte de uma história silenciada na Universidade Federal Fluminense.

Grupo de Trabalho André Rebouças - Exposição

Cultne registrou com imagens e edição de Filó Filho nos dias 03 e 04 de Outubro de 2018 na Universidade Federal Fluminense - UFF, no espaço da Biblioteca Central da UFF e Instituto de Ciências Humanas e Filosofia, a exposição e seminário 43 anos do GTAR: “ainda” em busca de um espaço, que busca contar a história de lutas, ideias, resistências, amizades, dores e famílias que juntos constituem a força de um dos primeiros movimentos negros universitários no Brasil, e porque, não do mundo. Na década de 1970, o país vivenciava o “processo de distensão lenta, segura e gradual do regime militar”, que sinalizava possíveis trilhas para uma dada democracia. Uma das agremiações germinadas nesse contexto de violenta opressão e repressão foi o Grupo de Trabalhos André Rebouças - GTAR. Com atuação crucial na luta contra o racismo o GTAR aglutinou, na academia e em outros espaços, professores, ativistas negros/as e estudantes de várias universidades, assim como lideranças nos embates mais amplos. Pretende-se relembrar os seus pouco mais de 20 anos de atividades (1975/1995), e seu espraiar por outras trilhas até os atuais 43 anos de lutas, mobilizações, histórias e narrativas que constituem parte de uma história silenciada na Universidade Federal Fluminense.

Grupo de Trabalho André Rebouças - Esteban Cipriano

Cultne registrou com imagens e edição de Filó Filho nos dias 03 e 04 de Outubro de 2018 na Universidade Federal Fluminense - UFF, no espaço da Biblioteca Central da UFF e Instituto de Ciências Humanas e Filosofia, a exposição e seminário 43 anos do GTAR: “ainda” em busca de um espaço, que busca contar a história de lutas, ideias, resistências, amizades, dores e famílias que juntos constituem a força de um dos primeiros movimentos negros universitários no Brasil, e porque, não do mundo. Na década de 1970, o país vivenciava o “processo de distensão lenta, segura e gradual do regime militar”, que sinalizava possíveis trilhas para uma dada democracia. Uma das agremiações germinadas nesse contexto de violenta opressão e repressão foi o Grupo de Trabalhos André Rebouças - GTAR. Com atuação crucial na luta contra o racismo o GTAR aglutinou, na academia e em outros espaços, professores, ativistas negros/as e estudantes de várias universidades, assim como lideranças nos embates mais amplos. Pretende-se relembrar os seus pouco mais de 20 anos de atividades (1975/1995), e seu espraiar por outras trilhas até os atuais 43 anos de lutas, mobilizações, histórias e narrativas que constituem parte de uma história silenciada na Universidade Federal Fluminense.

Grupo de Trabalho André Rebouças - Claudia Nascimento

Cultne registrou com imagens e edição de Filó Filho nos dias 03 e 04 de Outubro de 2018 na Universidade Federal Fluminense - UFF, no espaço da Biblioteca Central da UFF e Instituto de Ciências Humanas e Filosofia, a exposição e seminário 43 anos do GTAR: “ainda” em busca de um espaço, que busca contar a história de lutas, ideias, resistências, amizades, dores e famílias que juntos constituem a força de um dos primeiros movimentos negros universitários no Brasil, e porque, não do mundo. Na década de 1970, o país vivenciava o “processo de distensão lenta, segura e gradual do regime militar”, que sinalizava possíveis trilhas para uma dada democracia. Uma das agremiações germinadas nesse contexto de violenta opressão e repressão foi o Grupo de Trabalhos André Rebouças - GTAR. Com atuação crucial na luta contra o racismo o GTAR aglutinou, na academia e em outros espaços, professores, ativistas negros/as e estudantes de várias universidades, assim como lideranças nos embates mais amplos. Pretende-se relembrar os seus pouco mais de 20 anos de atividades (1975/1995), e seu espraiar por outras trilhas até os atuais 43 anos de lutas, mobilizações, histórias e narrativas que constituem parte de uma história silenciada na Universidade Federal Fluminense.

Beatriz Nascimento & Marlene Cunha - GTAR

A historiadora Maria Beatriz Nascimento foi responsável por trazer a história do engenheiro André Rebouças no Brasil. Em 1975 ela já falava de André Rebouças e na Universidade Federal Fluminense a ideia de criar o Grupo de Trabalho André Rebouças foi dessa intelectual e historiadora sergipana.

Grupo de Trabalho André Rebouças - Amilcar Araújo

Cultne registrou com imagens e edição de Filó Filho nos dias 03 e 04 de Outubro de 2018 na Universidade Federal Fluminense - UFF, no espaço da Biblioteca Central da UFF e Instituto de Ciências Humanas e Filosofia, a exposição e seminário 43 anos do GTAR: “ainda” em busca de um espaço, que busca contar a história de lutas, ideias, resistências, amizades, dores e famílias que juntos constituem a força de um dos primeiros movimentos negros universitários no Brasil, e porque, não do mundo. Na década de 1970, o país vivenciava o “processo de distensão lenta, segura e gradual do regime militar”, que sinalizava possíveis trilhas para uma dada democracia. Uma das agremiações germinadas nesse contexto de violenta opressão e repressão foi o Grupo de Trabalhos André Rebouças - GTAR. Com atuação crucial na luta contra o racismo o GTAR aglutinou, na academia e em outros espaços, professores, ativistas negros/as e estudantes de várias universidades, assim como lideranças nos embates mais amplos. Pretende-se relembrar os seus pouco mais de 20 anos de atividades (1975/1995), e seu espraiar por outras trilhas até os atuais 43 anos de lutas, mobilizações, histórias e narrativas que constituem parte de uma história silenciada na Universidade Federal Fluminense.

Grupo de Trabalho André Rebouças - Alcide & Alcebiades - GTAR

o Grupo de Trabalhos André Rebouças - GTAR. Com atuação crucial na luta contra o racismo o GTAR aglutinou, na academia e em outros espaços, professores, ativistas negros/as e estudantes de várias universidades, assim como lideranças nos embates mais amplos. Pretende-se relembrar os seus pouco mais de 20 anos de atividades (1975/1995), e seu espraiar por outras trilhas até os atuais 43 anos de lutas, mobilizações, histórias e narrativas que constituem parte de uma história silenciada na Universidade Federal Fluminense.
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